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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

eurostar/ paris-londres

De Paris para Londres fomos de Eurostar (http://www.eurostar.com). A empresa dá três opções: standard, standard premier e business premier, o que corresponde à econômica, executiva e primeira classe. Escolhemos a standard premier com horário fixo, assim iríamos com mais conforto com preço reduzido. O valor sobe consideralmente quando o horário é flexível.
Compramos pela internet, com antecedência, para uma quinta-feira, às 13h, assim não precisaríamos acordar muito cedo em Paris, comeríamos a bordo e ainda chegaríamos a tempo de aproveitar o dia em Londres.
A business premier, bem mais cara, além do horário flexível, dá algumas vantagens como serviço de motorista, um lounge à disposição com wi-fi enquanto o passageiro espera pelo trem e com acesso exclusivo ao vagão. A refeição também é um pouco mais consistente do que o standard premier. O resto é igual.
Como o nosso horário era fixo, chegamos e logo entramos, ficando na mesma fila de todo o trem.
Colocamos as malas no bagageiro do vagão, ao lado de um revisteiro cheio de jornais e revistas de toda a Europa. Paraíso para mim, viciada em revistas e jornais.
Amei a viagem desde a entrada no nosso vagão, o número 11. Silencioso, calmo, claro, amplo, com poltronas largas e confortáveis. Ficamos de frente um para o outro, com uma mesinha no meio. As comissárias de bordo muito simpáticas e solícitas.
Aguinha, revistinhas, bom papo, nenhum saculejo e visual bom. Como não como carne, na compra já pedi a refeição vegetariana. Quando o almoço foi servido, era totalmente vegan. Nada feito com ovo, leite, nada, mas estava bom.
A viagem dura duas horas e vinte, sendo vinte minutos pelo túnel que corta o Canal da Mancha. Foi tranquila e gostosa e quando acabou, queria mais.
Já havia viajado de trem, mas nunca para outro país e adorei. Acho também que valeu super a pena esse upgrade de classe pois nem foi tão caro perto de todo o conforto e tranquilidade que tivemos.

Visual do caminho

Gisele na Bazaar

Prato carnívoro

Prato vegan

Chazinho depois

Onde ficam as malas e o revisteiro

Estação em Londres

fotos: josette babo e marcelo glenadel

sephora/ nail patch

Não sou muito consumista e muito menos gasto muito do meu tempo de viagem com compras, mas acho que elas também fazem parte de uma viagem bacana e uma passadinha na Sephora (http://www.sephora.com/) tem sempre que rolar. Adoro!
Desta vez comprei um adesivo para unhas, Nail Pactch, que adorei. Pena que só descobri que adorei quando cheguei no Brasil e experimentei. É muito prático, simples de aplicar, ficou bonito, durou quase duas semanas e saiu fácil quando quis retirá-lo.
Vale muito a pena para dias de preguiça ou emergência. Virei fã!
Achei um vídeo no You Tube do Nail Patch da Sephora com a mesma cor que escolhi.


sexta-feira, 4 de junho de 2010

101 sanduíches & 82 hambúgueres


Adoro sanduíches, adoro Nova York. Aí vão duas listas dos 101 melhores sanduíches e dos 82 melhores hambúrgueres de Nova York, com fotos e preços.


fotos: reprodução

quinta-feira, 22 de abril de 2010

bread & roses

O Conexão Paris (http://www.conexaoparis.com.br/) é um site que eu adoro e sempre comento aqui. E essa dica é de lá: Bread & Roses (http://www.breadandroses.fr/). Se a internet engordasse eu já estaria enorme, porque é de comer com os olhos. É um endereço para anotar e ir na primeira visita a Paris.




fotos: reprodução

sábado, 3 de abril de 2010

egito

foto: reprodução blog dri everywhere

Apesar de seguir e ser seguida por poucos no Twitter, ando uma twitteira bem ativa e tenho descoberto muitos sites e blogs interessantes por lá. Como sigo o Ricardo Freire (@riqfreire) do Viaje na Viagem (http://www.viajenaviagem.com/), as dicas de viagens dadas por ele são muitas e boas.
Esta semana ele indicou o blog
http://drieverywhere.net/, de um casal que mora em Londres e começou a fazer agora uma viagem para o Egito. Como está bem no início da viagem, pode ser interessante para quem curte o lugar acompanhar.

sexta-feira, 26 de março de 2010

pizza em nova york

foto: reprodução

Amo pizza. De todos os tipos, até aquelas de lanchonete, vendidas em fatias, que a gente come em pé, que só tem muzzarela e mais nada, nem um molhinho. Até pizza fria eu gosto. Pizza no dia seguinte... Enfim, pizza é gostosa sempre. Mas, claro, que uma boa pizza, feita no forno a lenha bacana, com ingredientes de primeira é sempre a melhor.

E nada como ter dicas de boas pizzas anotadas no caderninho para a próxima viagem!

http://blog.zagat.com/new-yorks-best-pizza

segunda-feira, 8 de março de 2010

NY

foto: reprodução - museu do sexo ny

Vai para Nova York? Isso pode ser interessante: http://migre.me/mEQf

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

love nyc restaurant week

Não estou em Nova York, mas adoraria só para ir na Restaurant Week de inverno e ir a restaurantes bacanas, comer pratos deliciosos e pagar baratinho, ou, pelo menos, bem menos do que em dias normais. No site tem a lista de todos os restaurantes participantes.
Bon appétit!
http://www.nycgo.com/restaurantweek

terça-feira, 6 de outubro de 2009

chile, primeiras impressões

foto: josette babo

O Chile é um país ótimo para se viajar e pode agradar qualquer tipo de viajante. Tem neve, praia, vulcão, montanha, deserto, além de ter uma capital moderna.
Santiago é uma cidade bem bacana, agradável de passear, com suas calçadas largas e seus parques lindos. A cidade é limpa, bem sinalizada e cheia de restaurantes charmosos. Em domingos e feriados vira uma cidade-fantasma, sem ninguém nas ruas. Até alguns bares e restarantes fecham.
Os chilenos são hospitaleiros, simpáticos e adoram conversar. Contam que atualmente vivem muito bem, que a economia está estável e podem fazer planos para o futuro (uma família vive bem com 1.800 dólares, me falou um rapaz). Se sentem seguros em viver na cidade. Um jovem santiaguino me conta que um assalto em uma farmácia foi assunto por uma semana, já que não é muito comum acontecer esse tipo de assalto por lá.
Muitas lojas de rua, muitos shoppings. Adorei a moda de rua. Estava frio, e as mulheres passavam com botas e casacos lindos, mas as vitrines não mostravam nada disso, e, fora as lojas mais conhecidas, não vi nada interessante nas lojas locais, nem roupas, nem sapatos.
O artesato é colorido e muito bem feito e se a pessoa gostar do estilo fará uma boa compra, pois o preço é bom.
Aliás, o preço de tudo é bom. E se acostuma rapidamente a fazer a conversão dos pesos chilenos. É tudo em mil. E 1000 pesos valem R$ 3,50. E nada é caro. Nada mesmo. Taxi, lembrancinhas, decoração, comida, bebida. Dá para curtir bastante coisa legal gastando pouco.
Algumas livrarias com bons títulos, mas as bancas de jornal são mínimas e pouquíssimas revistas são editadas no Chile.
O pisco sour, bebida com pisco, calda de açúcar, limão e clara de ovo, é a bebida preferida dos chilenos, mas o vinho e a cerveja têm lugar de destaque, com muitas opções.
Além das empanadas, os peixes e os frutos do mar são a preferência nacional, mas a coisa mais comida no Chile é a palta. Palta é o nosso avocado, aquele abacate pequenininho. Tudo leva palta, tudo mesmo: hamburguer, cachorro-quente, salada, pizza... Mas sempre com sal, nunca com açúcar. Vitamina de abacate? Isso não existe por lá, assim como os sucos naturais. E dá-lhe suco de caixinha!
Foi uma viagem maravilhosa, cheia de aventura e alegrias. Deixo aqui as minhas impressões gerais, mas aos poucos vou postar sobre as viagens curtas que fiz, as lojas que gostei e os restaurantes que fui.
Besos, besos.

domingo, 26 de julho de 2009

dicas de viagem by carlos moyna

foto: Carlos Moyna

"Cara Dedé,

Seu pedido é uma ordem, mas eu sou preguiçoso e só hoje eu respondo. Você ficou curiosa com aquelas fotos de Giant's Causeway? Pois eu fiquei desde a primeira vez que vi a capa do disco do Zep, Houses of the Holy. Apesar de aquelas criancinhas peladas terem sido montadas na foto e cor ser artificialmente estourada, aquilo era meio irreal.
Pois bem. Este ano resolvi incluir o lugar no roteiro da viagem que fiz no mês passado, já que estaria a poucos quilômetros, em Monaghan para uma reunião de família. A costa norte da Irlanda, Condado de Antrim, Irlanda do Norte, é um lugar de cair o queixo. Penhascos, grutas, praias, castelos e vilarejos. Num trecho de poucos quilômetros você fica meio tonto com tantas paisagens. Para ficar realmente tonto, é só finalizar com uma visita à destilaria Bushmills, a mais antiga da Irlanda (1608) e produtora de um dos melhores whiskeys da terrinha (whiskY é na Escócia). Partindo de Belfast, é um passeio que se faz em um dia, de carro. Mas se a ideia for mesmo tomar uns tragos em Bushmills, melhor arrumar lugar para passar a noite. Dirigir do lado direito do carro e com visão dupla não é para amadores.

Então vamos às dicas:

Pontos de interesse - o básico, ou seja, Giant's Causeway (grátis), a travessia da ponte cordas de Carrick-a-Rede (paga-se para atravessar a ponte e chegar na ponta do penhasco), Castelo de Dunluce (visita paga que eu perdi porque fiquei bebendo em Bushmills, mas o visual do lugar já basta) e a visita à destilaria centenária.

Hotel - fiquei em um hotel à beira-mar em Portballintrae (dá pra ir andando até Bushmills), muito bem localizado, comida boa, simpaticíssimo e nada caro. Quartos confortáveis e é só escolher um de frente para acordar de cara para um cenário de cinema. Chama-se Bayview e eu me arrependi de só passar uma noite lá. Inclui Jacuzzi!
Recomendo: tênis e bermuda para caminhar muito. Os locais turísticos são bem cuidadíssimos, mas as caminhadas são longas. Um wind-braker, mesmo no verão. O clima irlandês é famoso pela inconstância. Nessa mesma ideia, não pense que é ridículo levar um protetor solar e/ou chapéu. Não há uma sombra à vista.

Marromeno: a destilaria Bushmills é muito bacana, mas achei o tour meio sem graça. A menina que guiava o grupo tinha o carisma de uma bibliotecária e o sotaque era medonho. A visita que fiz à Jameson há dois anos em Dublin foi muito mais divertida e interativa. Mas é inevitável coprar uma garrafinha que seja, porque alguns whiskeys ali não são vendidos fora da destilaria. Se você for abstêmio (???), pode levar uma geleinha...

Então é isso e aguarde as fotos de Edimburgo."

domingo, 7 de dezembro de 2008

o méxico de flávia quaresma

ilustração: Robson Moraes


Flavinha Quaresma acabou de chegar do México e me mandou suas impressões por e-mail. Aí vão as dicas fresquinhas da chef:



"A viagem pro México foi fantástica!!! Voltei com uns dois quilos a mais na minha própria bagagem, pois comi feito louca. Chilaquiles, quesadillas, chilis enogadas, taquitos, moles... perdi a cabeça com tanta coisa boa.
A comilança foi intensa. Todo dia tínhamos agendado maravilhosos cafés da manhã, almoços incríveis e jantares absurdos. Uma orgia alimentar. Voltei nos meus lugares queridos na cidade do México como a Hacienda de los Morales, o El Bajío e o mercado de San Angel.
Conheci o maravilhoso hotel Condessa DF, no novíssimo e bacanérrimo bairro Condessa. Fiquei impressionada como nestes 15 anos a cidade do México bombou. Um monte de restaurante bacana, bairros revitalizados, menos poluição, uma limpeza absurda mesmo com tanto movimento. Não tem um muro pichado, todos os monumentos bem cuidados, nenhum camelô nas ruas... (...)
Também adorei conhecer Guadalajara. A cidade é muito bonita e também hiperbem cuidada. Vimos os murais incríveis do Orozco, rodamos pelo centro histórico e como sempre visitamos todos os mercados possíveis, participamos de várias reuniões e comemos muuuuuuuuuito.
Ainda fomos para a cidade Tequila para ver as plantações de agave e acompanhar o processo da produção de tequila. Foi incrível!!!"