sexta-feira, 24 de junho de 2011
pé na estrada/ miami
quinta-feira, 2 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
looks
ilustração: reprodução quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
bar 6
O restaurante Bar 6 (http://www.barseis.com), em Palermo Soho, em Buenos Aires, é o verdadeiro 3 x 1. Ótimo para café da manhã, ótimo para almoço e jantar e ótimo happy hour, com a vantagem de se transformar completamente em um lugar diferente dependendo da hora do dia.
O café da manhã é a la carte e o happy hour também.
O menu do almoço e do jantar é com preço fixo. Paguei 52 pesos por uma entrada (salada verde enorme, com um molho muito gostoso), mix de arroz com legumes salteados na wok (delicioso, superbem-servido) e uma bebida (que podia ser água, limonada ou vinho). Havia também a opção de trocar a entrada por uma sobremesa ou escolher só o prato principal e bebida (35 pesos). No jantar só a opção de entrada, principal, sobremesa e bebida, por 79 pesos. Muito barato.
O lugar é badalado, cheio de gente bonita. A decoração mistura quadros modernos, objetos de design, com móveis antigos. Tudo de muito bom gosto. Fora que adoro lugares de pé direito alto.
O Bar 6 é tão agradável que deu vontade de ficar direto para o happy hour. Mas Palermo me espera, e eu não posso ficar. Mas voltarei outras vezes, porque adorei e recomendo.sábado, 6 de novembro de 2010
pé na estrada/ londres
Painel na chegada na estação de trem
"Quem gosta de Nova York gosta de Londres". Sempre ouvi esta frase e como amo Nova York, tinha certeza que iria amar Londres também. "Londres é cinza e só chove" é outra frase muito comum de se ouvir. E mais uma vez, como amo a chuva, tinha certeza que amaria Londres.
Na mala, apesar de ser verão, muitas roupas pretas e uma bota. O ânimo era geral. A primeira vez em uma cidade sempre causa ansiedade e expectativa. Que delícia!
A viagem de trem de Paris foi perfeita e eu não via a hora de chegar em Londres para entrar em um táxi antiguinho e curtir a cidade cinza. Cinza? Um solzão! O maior calor. Todo mundo de roupas coloridas e muitas flores pelo caminho.
Fachada do Jamie's Italian
Por telefone (viva o chip!), logo de manhã, marcamos com a minha queridíssima amiga Denise - que mora em Gloucester, mas estava em Londres para nos ver - um almoço, às 3 da tarde, no restaurante italiano do Jamie Oliver (http://www.jamieoliver.com/italian/ ). Como tínhamos tempo até lá, fomos conhecer a cidade a pé.
Começamos pela beira do Tâmisa, vendo todas as novidades pelo caminho. Parei em uma papelaria muito bacana, a Paperchase (http://www.paperchase.co.uk/), onde comprei muitas coisas para usar no meu trabalho, além de presentes.
O Jamie's Italian de Covent Garden não precisa de reserva (só o de Canary Wharf aceita reserva) e esperamos só um pouco na fila para sentar. O restaurante é descontraído, com decoração rústica e bem agradável. Podemos ver os cozinheiros enquanto fazem as massas, o que dá um ar aconhegante de casa da "mamma". O cardápio é bem atraente e pode-se pedir porção pequena ou grande, o que foi ótimo pois pedimos vários pratos, uma espécie de menu-degustação só nosso. Comemos tanto que provar as sobremesas vai ficar para próxima ida a Londres.
Portobello Road
Depois de um café da manhã para lá de gostoso no Le Pain Quotidien (http://www.lepainquotidien.com/ ), no Covent Garden Market, seguimos para a pedida dos sábados em Londres: Portobello Road e Camden Town.
Portobello Road fica em Notting Hill e aos sábados acontece uma feira que ocupa toda a rua com muita variedade de roupas, bijuterias, sapatos, comida e atrações. Vale muito a pena ir, mesmo que a intenção não seja comprar, pois tem muita coisa legal para ver (e comer). Figuras lendárias, como Ron e sua cachorrinha fox Betsy, que são demais.
Ron & Betsy
Muita coisa bacana, diferente e interessante para comprar. E como não poderia deixar de ser, provei o fish & chips. O peixe vem em um papel (diz a lenda que antigamente era servido em jornal, mas os ingleses juram que não) e come-se com a mão. Uma lambuzeira só! O sabor? Sem sabor, pois não tem nenhum tempero. O peixe que eles usam é o bacalhau fresco. Embora bacalhau seja o meu prato preferido, não gosto muito dele fresco. Então, só a fome e a curiosidade me fizeram comer (quase todo!) o peixe e as fritas. E dá-lhe sal para ficar com algum gosto. Mas foi divertido comer com a mão andando pela rua!
Fish & chips
Uma boa dica é em vez de voltar pela Portobello Road é descer pela rua paralela, para ir vendo as casinhas lindas e floridas de Notting Hill, além de vários restaurantes, bares e cafés espalhados pela região.
Próxima parada: Camden Town (http://www.camdentown.co.uk/) Pegamos um ônibus e chegamos ao bairro que estava muito movimentado. Não sei como é nos outros dias da semana, mas no final de semana, bomba. Imagine alguma coisa bem diferente. Imaginou? Tem lá. Moda alternativa, vintage, obras de arte, antiguidades, livros, artesanato, comida, tudo que se possa desejar. Um Mundo Mix imenso em Londres, então vá com tudo porque você não vai se arrepender.
E depois de passar toda a tarde aproveitando Camden Town era a hora de ir conhecer um verdadeiro pub inglês. Eu queria um pub bem pub mesmo e pedi uma sugestão para uma londrina, a nossa amiga (linda!) Nicola, que nos levou ao Waxy O'Connor (http://www.waxyoconnors.co.uk/london/), na área de Leicester Square. Para chegar na nossa mesa foi uma loucura pois nunca mais parávamos de descer, descer e descer, um verdadeiro labirinto. Não queria um pub? Aí está. Animado e divertido.
Waxy O'Connor
Covent Garden Market
Adoro domingo. E domingo em outras cidades, então, amo. Aquele clima das pessoas de folga, com suas famílias, seus namorados, andando sem pressa, passeando, aproveitando a vida. Bom, não? E assim fomos nós, aproveitar a vida também.
Covent Garden Market é um mercado bem legal que fica no bairro de mesmo nome. Tanto o bairro quanto o mercado são ótimos, com lojinhas e restaurantes bacanas. No domingo, no mercado rola uma feira de roupas, artes e artesanato pequena, mas cheia de coisas interessantes a preço bom. Lenços lindos a 5 libras e colares por 10.
Como existe um Pret a Manger (http://www.pret.com/) em cada esquina de Londres, fiquei curiosa para conhecer e lá descobri um doce delicioso, em forma de barra, o Love Bar, feito de abóbora.
Estávamos em Covent Garden, que é bem perto da margem norte do Tâmisa, e como queríamos conhecer a margem sul e ir ao Tate Modern, fomos indo em direção à Millennium Bridge, que é uma ponte bem famosa de pedestres.
Como era o dia de Sky Ride (passeio de bicicleta para todos, de crianças a idosos), por onde passávamos havia grupos de ciclistas. O máximo. Os grupos são imensos e a sensação que dá é que toda Londres está pedalando. E o passeio de bike é todo organizado, com guardas orientando, sinal de trânsito, tudo. Mais civilizado impossível.
Sky Ride
Por conta do Sky Ride, o caminho para ponte foi mais comprido, mas em compensação vimos lugares bacanas que não veríamos no trajeto normal. E isso é muito legal nas viagens. As surpresas. Passamos por bequinhos, igrejas, prédios residenciais. E tudo, tudo sempre cheio de flores. Faço roteiros para as minhas viagens, para ter uma base, mas sempre adoro me surpreender.
O Tâmisa é lindo. O visual que se vê por toda a margem, seja norte ou sul, é de babar. London Eye, Parlamento/Big Ben, as pontes, os prédios, catedral de St Paul, enfim, é mesmo tudo muito bonito.
Da Millennium Brigde já se avista o Tate Modern (http://www.tate.org.uk/modern/ ) e toda a movimentação em sua volta. Estar ali foi um dos momentos mais incríveis da viagem. Muita gente bacana, muita arte em volta, muita beleza natural, astral total, enfim, tudo de bom.
Antes de entrar no museu, fomos almoçar. Sem nenhuma referência de restaurantes por ali, escolhemos um que parecia interessante, The Real Greek (http://www.therealgreek.com/), de comida grega, que é muito parecida com a comida árabe. Fãs de comida árabe que somos, gostamos. Ficamos na varanda para ver o movimento e uma chuvinha ameaçou cair, mas não caiu. Na verdade, a fama de cidade chuvosa vem da possibilidade de chover a qualquer momento. O tempo vai de sol a chuva rapidamente. Mas não no tempo que estive lá.
The real greek
Além do Tate Modern, naquela mesma margem fica também o Shakespeare Globe (http://www.shakespeares-globe.org/ ), uma réplica do teatro original.
O Tate é bacanérrimo, com uma arquitetura marcante, com obras de Picasso, Miró, Monet, Kandinsky, entre muitos outros, em seu acervo, além de mostras temporárias. Passei a tarde lá. Sem querer sair. A lojinha do museu é cheia de pequenas obras de arte e lembrancinhas descoladas. Programa imperdível.
A vista do Tate Modern para o Tâmisa
A volta para Covent Garden pela margem do Tâmisa é outro programa imperdível. Em vez de pegar a Millennium Bridge de novo, fomos caminhando até a Golden Jubilee Bridge, o que dá
uns 3 quilômetros. Um caminho com pontes, restaurantes, shopping aberto, carroussel, pista de skate, bares, teatro, prédios residenciais, namorados apaixonados, artistas de rua, crianças brincando, enfim, um caminho animado e cheio de pessoas animadas, como a Londres que conheci.
Não usei a minha bota. Usei muito preto porque gosto, mas poderia ter vestido e feito o que quisesse. Desde a minha primeira impressão até a última, o que eu vi é que Londres é uma cidade livre, com pessoas livres. E liberdade é tudo.
Bye bye, London, it has been a pleasure visiting you.
domingo, 10 de outubro de 2010
pharmacie
A farmácia City-Pharma, em Paris, vende todos aqueles produtos bons que custam uma fortuna no Brasil com um preço realmente muito bom. De todas as farmácias que vi, essa foi a melhor em termos de preço.
Fora que há uma variedade imensa de produtos da La Roche Posay, Vichy, Avene, Klorane e muitos outros que nem chegam por aqui. Há também muitas promoções de 2 por 1 ótimas.
Além dos produtos de beleza, vale muito garimpar produtos tradicionais de farmácia que não são fabricados aqui, como band-aids especiais ou remédios básicos.
A farmácia fica em Saint Germain, no número 26 da rue de Four, esquina da rue Bonaparte.
Boas compras!
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
pé na estrada/ paris
Nos hospedamos em Saint Germain em um hotel pequeno, muito agradável e todo equipado. Assim que chegamos, deixamos as malas e fomos logo passear pelo bairro. Sempre que chego a algum lugar, gosto de fazer isso, mesmo em um lugar conhecido. Gosto porque fico logo sabendo o que há de bom e interessante na região. Essa é para mim a melhor maneira de se situar. Outra maneira de se situar em um cidade que Marcelo gosta de usar, além de mapas, são os ônibus de city tour. Ver a cidade - por cima - toda e rapidamente ajuda se localizar para os passeios dos próximos dias.
Depois de muito passear pelo Boulevard Saint Germain e pelo Quartier Latin, hora de ir para um Café. Optamos pelo mais tradicional de todos, o Café de Flore (http://www.cafedeflore.fr/), mas dos próximos o Café Deux Magots (http://www.lesdeuxmagots.fr/) também seria uma ótima opção. Sentar em um Café, tomar vinho e ficar observando o movimento é um dos melhores programas de Paris. E viva a noite bonita e charmosa de Paris!
Não é à toa que todas as cadeiras da varanda são viradas para a rua.
Uma vez em Paris, é sair por aí saboreando a vida ao ar livre parisiense que é uma delícia. Caminhar à beira do Sena e parar para descansar, fazer piquenique, conversar, tomar sol, babar na paisagem não pode ser melhor.
Como era no meu caminho, sempre parava por lá. Se pudesse, traria a Place de Saint Germain des Prés para cá (e os macarons também!).
Compramos o ingresso pela internet (http://ticket.toureiffel.fr/) para uma segunda-feira, às 19h30m, para subir até o topo. Pode-se comprar também para um nível mais baixo. Uma vez lá, quero tudo. No site dizia que não pegaríamos fila pois comprar antes dá direito a entrada vip. E assim foi, mas depois que chega neste primeiro nível, não teve nada de vip, pois a fila era bem grande, mas andou rápido.
A vista desde o primeiro nível é incrível. Aliás, toda a estrutura da torre já é o máximo. Mas o visual do topo é mesmo sensacional.
E na descida, lá está ela. Toda iluminada.
Um lugar imperdível é o La Grande Epicerie de Paris (http://www.lagrandeepicerie.fr/#fr-FR/home), a delicatessen da loja de departamento chique Le Bon Marché (http://www.lebonmarche.com/). A deli fica em um prédio anexo à loja e é enorme. Pensa uma coisa. Tem lá. E mais, muito mais. E tudo gostoso. Díficil escolher o que levar entre comida pronta, frutas, chocolates, queijos, vinhos, geleias. Ótimo para comprar coisinhas para um piquenique, excelente para lembrancinhas, maravilhoso para experimentar coisas diferentes do mundo inteiro. Trouxe uma geleia de lavanda divina, além de outras coisinhas, todas deliciosas.
Um lugar gostosinho e charmoso é o La Crêperie des Canettes, no número 10 da rue des Canettes, crepes de trigo sarraceno deliciosos. Comi um de crepe de roquefort com nozes e de sobremesa dividi um de nutella com sorvete de creme, uma delícia.
Outro lugar que também adorei foi o Les Deux Moulins, o café onde foi filmado O fabuloso destino de Amelie Poulan. O café virou ponto turístico e tudo tem referência do filme. A comida é boa, o serviço também. E é muito gostoso estar no cenário de um filme tão bacana. Foi divertido, além de comer bem.
Morro por uma baguette com queijo e repeti esse pedido várias vezes, experimentando vários tipos de queijo, em vários cafés. Todos têm croque monsieurs deliciosos também, outra perdição.
Os melhores macarons são Pierre Hérme (http://www.pierreherme.com/) e Ladurée (http://www.laduree.fr/). Muitas delícias também na Fauchon (http://www.fauchon.com). E para sorvetinhos: Amorino (http://www.amorino.com/fr/les-boutiques) e Berthillon (http://www.berthillon.fr/).
Paris é uma cidade incrível, com sua sedução mágica. Em poucos dias já me sentia uma francesa tamanho é seu poder. E com dor no coração, era hora de partir.
Mas como disse Bogart em Casablanca: "sempre teremos Paris".
Assim espero.
Au revoir!
Próxima parada: Londres.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
pé na estrada/ portugal
A minha viagem perfeita é uma semaninha ou 10 dias em uma única cidade, mas resolvemos dar uma esticadinha em Paris e Londres. E lá fomos nós passar 20 dias, divididos entre os três países.
Portugal é um país que já fui várias vezes e, como a família é grande, separei só uns passeios para fazer para matar as saudades de uns lugares e conhecer outros. O objetivo da viagem era ficar agarradinha com todos o maior tempo possível. Meus pais também foram para passar um mês inteiro e isso foi também uma delícia. A família toda estava na terrinha.
A recepção é sempre muito calorosa (e chorosa também). Gosto de ir direto para a aldeia onde minha mãe foi criada e onde ainda moram a minha avó, um casal de tios e muitos primos. É delicioso. É aconchegante e diferente de tudo em minha vida. Me sinto em um daqueles filmes lindos de sessão da tarde, cheios de natureza, gente alegre e simples e uma paz indescritível.
Um almoço de bacalhau delicioso nos esperava e um pão-dé-ló feito em casa serviu de acompanhamento para horas de conversas divertidas e amorosas.
Quando Marcelo foi a Portugal pela primeira vez ficou encantado como todo mundo planta tudo. E isso é mesmo incrível. E isso não é só na minha família, não. Em apartamentos, pedacinhos de terra, lá estão os portugueses com suas uvas, ameixas, manjericões, tomates, figos, e tudo muito saboroso.
Adoro azeitonas e vê-las no pé é a coisa mais linda. Pena que não dá para colher e comer, como fazemos com todo o resto.
Minha família tem um terreno no alto da aldeia chamado a Brenha dos Lobos. O lugar é enorme, onde se faz churrasco, sardinhada e qualquer bagunça. O lugar era um matagal só e com o tempo fizeram uma casa e foram levando camas, mesas e transformando em um lugar habitável, com piscina, flores, muito legal. Nada é comprado para a brenha. Sobrou? Leva para a brenha. Então, nada combina com nada, cada coisa de um jeito, mas nunca vi nada mais especial que a brenha. A brenha é única e tem um astral sensacional. No dia que cheguei, quis ir lá e me deparei com um jardim imenso de girassóis, uma coisa maravilhosa.
À noite fomos com os primos para Penafiel para uma feira agropecuária anual chamada Agrival. Fui a Agrival várias vezes e sempre me divirto. É tudo muito típico e é isso que gosto. Esse lado de Portugal me fascina. E o tamanho do gado era de impressionar.
O metrô do Porto é (http://www.metrodoporto.pt/) é ótimo. É novo e vai por toda a cidade. Como é também na superfície, anda bem mais devagar que os outros metrôs. As estações são próximas e compra-se o tíquete em máquinas. É raríssimo haver fiscalizações, mas se houver e o passageiro não apresentar o tíquete a multa é altíssima.
O Café Majestic (http://www.cafemajestic.com/) é um bom programa desde a sua arquitetura ao seu cardápio, desde a sua história a sua decoração.
E se for de dia e cair a noite, vai ver uma cidade realmente linda!
Meu aniversário foi maravilhoso e a viagem para Portugal, inesquecível. Estar com a família numa terra que tem muito da minha história sempre me faz feliz, me revigora, me diverte e me emociona. Afinal, metade brasileira, metade portuguesa, com certeza.
Próxima parada: Paris.





