segunda-feira, 22 de agosto de 2011

inferno astral

Nunca vi tanta gente querendo ficar mais velha logo. Mas, como uma boa representante do signo de Virgem, sei dizer o porquê: o inferno astral deste ano está phoda!

Chato, enjoado, punk, depressivo, agressivo, instável, exigente, grosso. Sério, não é papo de esotérico, não. A chatice astral está no ar. Em todos os cantos, situações, pessoas e obrigações.

Me sinto em uma TPM profunda há exatos 48 dias, isso se consideramos a linha astrológica que diz que o inferno astral começa 52 dias antes do aniversário. Sofro ansiosa sonhando com o paraíso astral que, na mesma linha, diz que depois do niver vem aí 52 dias de paraíso astral. Só felicidade e relax. Que venha. Logo!

Enquanto isso é se acostumar com pegarem a sua única vaga, cair o bloco do dente, com a intoxicação alimentar, passar com seu carro novinho em cima de um paralelepípedo perdido na estrada, com as calças jeans que não fecham, com a quantidade interminável de trabalho que não rende, a espinha que aparece no dia da festa, com perder o e-mail na hora de mandar, com a insegurança, com a angústia, o medo, a irritação, a preguiça, o cansaço, a desanimação, a impaciência, a dúvida, o ciúme...

domingo, 21 de agosto de 2011

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

voar, voar

foto: reprodução


Depois de uma semana em que o assunto foi o comercial da Bradesco Seguros em que o Byafra canta Sonho de Ícaro assustando o ladrão, nem acreditei quando ele estava vindo em minha direção. Falo, não falo; falo, não falo. Pronto, falei:


- Adorei o seu comercial. Muito bom.

- Há controvérsias!

- Ah, imagina! Deixe que falem.

- Claro, ou não teria nem feito.

- Parabéns por ter feito!


Papo andando de dois segundos. E, claro, improvisado. Mal improvisado, aliás, porque eu queria mesmo ter dito que o que vale é o humor, o que vale é ele ter entrado na brincadeira de rir de si mesmo. Por que, vamos combinar, é uma missão quase impossível. Tem que ser muito seguro - e corajoso - para ter topado fazer o comercial.


O que mais acontece com as pessoas é exatamente o contrário: encher sua própria bola, exaltar as qualidades (mesmo quando não são muitas) e tornar tudo muito bom e bonito (fazer-se sucesso de público e crítica).


Essa é a regra. E achei muito bom e divertido alguém quebrar isso da maneira como Byafra fez.


Imagino que esse "há controvérsias" que ele se referiu são as pessoas o criticando, dizendo que ele não deveria ter feito, que é um absurdo se assumir como brega ou qualquer outra coisa ruim, que se vendeu e blablablá. Tudo bobagem.


Rir de si mesmo é a maior prova de liberdade. E ser livre não é tudo que a gente quer desta vida afinal?

http://youtu.be/Pr5DcJNEvks

segunda-feira, 25 de julho de 2011

amy



O dia esperado, mais não desejado, chegou. Amy morreu como viveu. Mas o pouco de música que deixou é sensacional. Amy era incrível como cantora, compositora, letrista. E isso é raro.

Em 2008 fiz um post sobre minhas cantoras preferidas das décadas. E lá estava ela como a minha preferida dos anos 2000.

Hoje estou triste.


sexta-feira, 22 de julho de 2011

i love my iPad

foto: josette babo, usando Camera+



Estou apaixonada pelo meu iPad2. O iPad é uma daquelas coisas que você vive muito bem sem e depois que tem você pensa como viveu sem.

João Ubaldo disse uma vez que "ter telefone celular é criar necessidade de uma coisa que não tem a menor necessidade" e que por isso não teria um pois no minuto que começasse a usar iria começar a precisar.

Pode-se dizer que o iPad é mais ou menos assim. Estou adorando e em fase de total de encantamento e dedicação. Fico pesquisando os aplicativos, experimentando as novidades, e lendo, lendo, lendo. Livros e revistas do mundo inteiro, um paraíso. Ler sem precisar de abajur é a melhor parte, pois confesso que acertar a luz de leitura nunca foi uma coisa simples para mim.

Tenho curtido muito os aplicativos para iPhone também, como o Instrag.am. Hoje baixei um ótimo que fiquei "brincando" até agora: Camera+. Uma câmera cheia de recursos, uma delícia para quem gostar de fotografar.

sábado, 9 de julho de 2011

foto do dia/ zucker

foto: josette babo

domingo, 3 de julho de 2011

meia-noite em paris

Arthur Dapieve, em sua coluna deste final de semana, disse que gostou tanto de Meia-noite em Paris que não consegue escrever sobre o filme. Dapieve, eu também, eu também.
Amo Woody Allen e seus filmes sempre, às vezes mais. Mas o que falar de Meia-noite em Paris? Que o filme é sensasional? Delicioso? Inteligente? Surpreendente? Mas todos não são? Pois é, são...
Então, o que falar diferente sobre este? Talvez que Owen Wilson faz o personagem alter-ego de Woody Allen maravilhosamente, que o diretor retrata Paris de uma maneira linda (nenhuma novidade, pois, como sempre, faz em todas as cidades que filma!), que a volta para o passado e o encontro com artistas e escritores são uma viagem deliciosa, que o clima do filme é tão leve que faz com que a gente esteja lá também? Isso é tão pouco perto do que o filme é.
Talvez isso sempre aconteça comigo nos filme de Woody Allen. E como sempre digo: ele me entende. E mais uma vez, o filme é imperdível. Corra lá e sinta.